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Regional Nordeste II convoca estudantes ao ERED Mossoró-RN PDF Imprimir
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O ERED é um evento anual que visa integrar os estudantes, através de fóruns de discussão, mesas-redondas, grupos de debate e grupos de trabalho. Além de ser o fórum máximo de deliberação da Coordenação Regional de Estudantes de Direito – NE II (CORED NE II).

O encontro é destinado a organizar as reivindicações dos estudantes, através dos fóruns de discussão que se dão na linha temática da mesa-redonda que os precedeu. Nesses espaços, são sugeridas teses a serem defendidas pela CORED. Na plenária final, uma nova coordenação é eleita, assim como são deliberadas as bandeiras que a entidade da Nordeste II devem defender. 

 

Para este ano foi escolhido como tema Análise Jurídica do Processo de Reforma Política e dentro dessa perspectiva iremos debater e avaliar as nuances jurídicas, sociais e políticas de umaConstituinte Exclusiva para o Processo de Reforma Política. Leia mais e faça sua inscrição em:

http://www.ered2014.com/

 

 

 
Regional Nordeste I convoca os/as estudantes ao ERED Maceió PDF Imprimir
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Participe! XXVII ERED, em Maceió, de 01 a 04 de maio: "Direito e Estado de Exceção: A criminalização da rebeldia em tempos de crise" #VemproeredMaceio2014!!


AS INSCRIÇÕES ESTÃO ABERTAS!

Saiba mais sobre o ERED, programação, currículo dos palestrantes e outras informações nesse blog: http://www.eredmaceio.blogspot.com.br/

 

O que é o ERED?

O Encontro Regional dos Estudantes de Direito (ERED) é um evento que acontece anualmente em todas as regionais de direito do país. Este que tem a importante função e objetivo de alinhar o pensamento jurídico dos alunos de cada região pretende estimular o senso crítico e criar um discurso consistente que contenha os principais problemas jurídicos ocorridos em cada estado a fim de leva-lo à Federação Nacional dos Estudantes de Direito (FENED).

De fundamental importância para todos os estudantes, o ERED não se limita apenas a citar e enumerar problemas, ele também constrói soluções (tendo em vista sempre o aspecto da viabilidade) que são elaboradas pelos próprios alunos de direito.

O XXVII Encontro Regional de Estudantes de Direito (ERED) analisará o seguinte tema: “Direito e Estado de exceção: A criminalização da rebeldia em tempos de crise”. O evento tem como eixos principais as mobilizações, o Estado de exceção, direito à cidade e Educação Jurídica.

 

 

 
No 8 de março a FENED reafirma compromisso na luta contra o machismo e toda forma de opressão PDF Imprimir
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Longe de ser uma simples data comemorativa e comercial, o dia 8 de março, o Dia Internacional da Mulher, nasceu como um protesto contra a opressão feminina. Proposto em 1910 por Clara Zétkin e Rosa de Luxemburgo, na 2ª Conferência Internacional de Mulheres Socialistas, em Copenhague, esse dia, que foi marcado pela morte de aproximadamente 130 operárias que reivindicavam melhores condições de trabalho, carrega, dessa forma, – portanto –, em sua gênese, os símbolos de lutas interdependentes, como a anticapitalista e a de mulheres.

Hoje, assistimos à propagação de discursos que insistem em colocar as pautas de mulheres como superadas, numa clara tentativa de silenciar o Movimento de Mulheres e o Movimento Feminista. Porém, nós – militantes da Federação Nacional de Estudantes de Direito – não comungamos desse discurso e, mais, colocamo-nos na condição de agentes diretxs1, seja na condição de protagonistas dos Movimentos de Mulheres e/ou Feminista, seja na condição de companheiras/os de luta.

Entendemos que, embora tenham ocorrido avanços no tocante a luta das mulheres, a estrutura que engessa de maneira vertical a relação entre mulheres e homens não foi rompida, e a opressão de gênero (assim como a opressão de classe e de raça/etnia) acarreta dados alarmantes, como, por exemplo, fato do Brasil ainda ocupar a 7ª posição na listagem dos países com maior número de homicídios de mulheres por motivação de posse, o feminicídio2. Ainda sofremos com a cultura do estrupo e com o assédio em ambientes públicos.

 

No mercado de trabalho, ganhamos menos que os homens, nas mesmas funções e horários, ainda precisamos apresentar maior escolaridade para sermos aceitas3. Exercemos uma dupla jornada de trabalho: fora e dentro casa, resultado da entrada da mulher no mercado – por vez, por uma necessidade deste –, mas, os homens não adentraram nas esferas privadas, tendo suas obrigações com a casa e a paternidade ainda relativizada.

 

Somos, cotianamente, objetificadas pela mídia, que, junto com a indústria cultural, impõe-nos uma ditadura da beleza, explorando, através das artistas de cinema e televisão, padrões de consumo em alimentos, em tratamentos de beleza, em comésticos, em roupas, de modo que, assim, agrademos os homens e possamos ser aceitas.

As mulheres negras ainda são condicionadas ao ambiente doméstico das mulheres brancas, são as maiores vítimas de violência domiciliar e de morte pelo aborto ilegal e inseguro. O mero debate sobre sexualidade, aborto e maternidade ainda é um tabu, pois ainda sofremos com a “não autonomia dos nossos corpos”.

As remoções, o turismo sexual e o tráfico de pessoas, principalmente nesse período de Copa e dos Megaeventos atingem de forma mais violenta as mulheres, por sermos as chefes do lar, principalmente as mulheres periféricas, em sua maioria negra. A Violência da polícia nas favelas e nos protestos é mais violenta contra as mulheres, somos consideradas "alvos fáceis" no processo de intimidação militar.

A nossa condição de sujeitas políticas ainda está condicionada à avaliação externa sobre o nosso comportamento, portanto, é sempre relativizada. Nesse sentido, embora tenhamos cotas para a participação partidária, a divisão sexual do trabalho e a educação sexista nos impossibilita de participarmos de forma mais ampla na espera pública, e até mesmo mulheres que participam e que concorrerão a cargos políticos serão alvos de críticas sexistas, e não, políticas.

Portanto, reafirmamos o nosso compromisso com uma Federação de luta contra o machismo, o racismo, a homofobia, a lesbofobia e transfobia. E, nesses dias em que a mídia e o mercado comemoram o 08 de Março, convidamos todxs para se juntarem a nós, na luta cotidiana e na rua, por uma outra sociedade, anticapitalista, igualitária, livre de qualquer forma de violência, exploração e opressão!
________

1 Utilizamos a letra “x”(xs) para fazer referência às distintas identidades de gênero existentes, rompendo com a linguagem patriarcal, portanto, masculina e binária, e servindo, também, para a economia da linguagem. 2 Violência Contra Mulher: http://blogueirasfeministas.com/2013/08/7-anos-de-lei-maria-da-penha-o-que-mudou/ 3 Escolaridade e Mercado de Trabalho: http://www.fcc.org.br/bdmulheres/serie3.php?area=series

 
Garis, com auto-organização e luta direta nas ruas, conquistam reconhecimento e direitos à categoria PDF Imprimir
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Foto: #VitóriaDosGaris

 

Foto de Carlos Latuff

 
Nota da Setorial de Mulheres da FENED em reafirmação às lutas diante do 8 de março PDF Imprimir
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A Setorial de Mulheres da Federação Nacional de Estudantes de Direito nasceu em 2011 durante o Encontro Nacional de Estudantes de Direito em São Paulo, por entendermos a necessidade de trazer – de forma mais incisiva - para dentro da nossa Federação as pautas do Movimento de Mulheres e do Movimento Feminista.

Acreditando que a autoorganização das mulheres é capaz de romper com estruturas preestabelecidas socialmente, culturalmente, economicamente, politicamente e ideologicamente de opressões e explorações e, por isso, resolvemos adotar essa postura para dentro da nossa Federação e disputar, assim, os espaços de discursões e formações dentro desta.

O resultado disso foram as campanhas nacionais da setorial, os seus cursos de formação, as suas cartilhas para xs 1estudantes, o recorte de gênero nas mesas dos encontros nacionais e/ou regionais, os atos de mulheres nos encontros da FENED, entre outros.

Portanto, nesse dia 08 de Março, marcado pelo histórico de luta das mulheres trabalhadoras do mundo, viemos por meio dessa nota, reafirmar nosso compromisso com a luta das mulheres – das diversas mulheres: trabalhadoras, negras, indígenas, urbanas, camponesas, ribeirinhas, lésbicas, bissexuais, trans, deficientes e outras – e convidar todxs xs estudantes do Direito para participarem e/ou construírem os Atos do Dia 08 de Março nas suas Cidades, assim como cerrarem fileiras diariamente com os Movimento de Mulheres e o Movimento Feminista dentro e fora da universidade.

 

"Nossa luta não será dada, será conquistada pelas mulheres na luta"

 
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